Cláudia Vau
Nascida em Oeiras, em Maio de 1977, a Cláudia cedo revelou ter “queda para o teatro”. Que o diga quem a viu cair uma vez de um banco do seu tamanho, do alto do qual debitava um vastíssimo repertório de cantigas e contos, inventado para animação das festas de família.
Em 1983 foi viver para Vilar de Mouros (Caminha), onde fez algum teatro e levou a cena textos de sua autoria na adolescência, vencendo com um deles um concurso escolar alusivo aos Descobrimentos.
Estudou direito em Coimbra e Lisboa e relações públicas no Porto, vindo a estabeleceu-se como consultora de comunicação em Lisboa, onde procurou formação técnica em teatro no Espaço Evoé a partir de 2004. Fez o curso de iniciação teatral com Susana Cecílio e Nuno Zúniga e o curso de interpretação de Pablo Fernandes, actor, encenador e docente do curso de artes performativas da Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa (ESTAL).
Em Fevereiro de 2007, fez um workshop de teatro interactivo com José Marques e Magda Novais, que estimulou o seu interesse pela performance participada e, em particular, por teatro do oprimido e teatro playback.
É mestranda de ciências da comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH – UNL), na variante de comunicação e artes, com dissertação dedicada ao teatro playback e ao caso do Teatro Imediato.
No domínio do teatro interactivo, participou como Lili Starllete no “Viveiro de Loucos”, de José Lobato, em Agosto de 2007 e integrou, pouco depois, o grupo Teatro Imediato. Tem participado desde então como actriz em representações deste grupo sobre temas como "Situações Embaraçosas" (na Oficina da Pessoa, em Maio de 2008), "Histórias de Coragem" (Casa Lilás - Associação Novo Futuro, Junho de 2008), "A Coragem do Imigrante" (Solim - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes, Julho de 2008) e “Viver Sozinho ou Acompanhado" (Oficina da Pessoa, Novembro de 2008). Desempenhou também o papel de moderadora no âmbito da representação intitulada "A Crise: Oportunidade ou Dificuldade" (Oficina da Pessoa, Março de 2009).
Em teatro convencional e no Espaço Evoé, protagonizou “Não Digas Nada”, de Tiago Torres da Silva (2005), como avó Júlia, e “Eléctrico para o Céu” (2007), de Abel Neves, no papel de doente terminal. Foi ainda, no Teatro Armando Cortez, Ofélia e Hécate na primeira temporada da peça “À Procura de Shakespeare”, de José Lobato, com estreia transmitida em directo através da Internet (2008).
Em cinema, foi Lena em “Pastilhas Mágicas”, uma curta-metragem inacabada de Carlos Ferrão (Academia MDV) e fez figuração especial, como cabeleireira, no filme “Daqui pr’á Frente”, de Catarina Ruivo (Clap Filmes), que estreou em França e na Alemanha em Setembro de 2007, e em Portugal em Janeiro de 2008.
Cláudia Vau é licenciada em relações públicas pelo Instituto Superior da Maia (ISMAI), autora do livro “As Relações Públicas na Responsabilidade Social da Empresas” (2005) e exerce consultoria em comunicação e em mediação teatral, revendo-se no espírito solidário que subjaz à representação no playback e na partilha regeneradora das histórias verdadeiras, que se contam e escutam com atenção.
Em 1983 foi viver para Vilar de Mouros (Caminha), onde fez algum teatro e levou a cena textos de sua autoria na adolescência, vencendo com um deles um concurso escolar alusivo aos Descobrimentos.
Estudou direito em Coimbra e Lisboa e relações públicas no Porto, vindo a estabeleceu-se como consultora de comunicação em Lisboa, onde procurou formação técnica em teatro no Espaço Evoé a partir de 2004. Fez o curso de iniciação teatral com Susana Cecílio e Nuno Zúniga e o curso de interpretação de Pablo Fernandes, actor, encenador e docente do curso de artes performativas da Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa (ESTAL).
Em Fevereiro de 2007, fez um workshop de teatro interactivo com José Marques e Magda Novais, que estimulou o seu interesse pela performance participada e, em particular, por teatro do oprimido e teatro playback.
É mestranda de ciências da comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH – UNL), na variante de comunicação e artes, com dissertação dedicada ao teatro playback e ao caso do Teatro Imediato.
No domínio do teatro interactivo, participou como Lili Starllete no “Viveiro de Loucos”, de José Lobato, em Agosto de 2007 e integrou, pouco depois, o grupo Teatro Imediato. Tem participado desde então como actriz em representações deste grupo sobre temas como "Situações Embaraçosas" (na Oficina da Pessoa, em Maio de 2008), "Histórias de Coragem" (Casa Lilás - Associação Novo Futuro, Junho de 2008), "A Coragem do Imigrante" (Solim - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes, Julho de 2008) e “Viver Sozinho ou Acompanhado" (Oficina da Pessoa, Novembro de 2008). Desempenhou também o papel de moderadora no âmbito da representação intitulada "A Crise: Oportunidade ou Dificuldade" (Oficina da Pessoa, Março de 2009).
Em teatro convencional e no Espaço Evoé, protagonizou “Não Digas Nada”, de Tiago Torres da Silva (2005), como avó Júlia, e “Eléctrico para o Céu” (2007), de Abel Neves, no papel de doente terminal. Foi ainda, no Teatro Armando Cortez, Ofélia e Hécate na primeira temporada da peça “À Procura de Shakespeare”, de José Lobato, com estreia transmitida em directo através da Internet (2008).
Em cinema, foi Lena em “Pastilhas Mágicas”, uma curta-metragem inacabada de Carlos Ferrão (Academia MDV) e fez figuração especial, como cabeleireira, no filme “Daqui pr’á Frente”, de Catarina Ruivo (Clap Filmes), que estreou em França e na Alemanha em Setembro de 2007, e em Portugal em Janeiro de 2008.
Cláudia Vau é licenciada em relações públicas pelo Instituto Superior da Maia (ISMAI), autora do livro “As Relações Públicas na Responsabilidade Social da Empresas” (2005) e exerce consultoria em comunicação e em mediação teatral, revendo-se no espírito solidário que subjaz à representação no playback e na partilha regeneradora das histórias verdadeiras, que se contam e escutam com atenção.
António Vicente
Alentejano que se vem aculturando há mais de 6 anos pela capital, chega à Cidade das Sete Colinas com o intuito de terminar os estudos mas rapidamente se deixa eclipsar por outras actividades.
Com alguma trabalhêra lá se acaba por formar em Gestão Imobiliária, tendo obtido a brilhante classificação de 20 valores com o trabalho final “A Representação de Personagem-tipo como Ferramenta Fundamental à Força de Vendas”.
Só posteriormente e pela mão de José Marques acaba por descobrir a pólvora, não sabe se o elevado nível de nitrato de potássio terá sido o causador de tamanha alquimia, o que é certo é que foi um dos fundadores do Teatro Imediato.
Para que seja facilitado o processo biográfico e em jeito de conclusão, é citada uma descrição feita à sua pessoa por um sujeito desconhecido, de credibilidade duvidosa e pelo qual não nutre qualquer tipo de apreço!
“Ensinam-nos desde pequenos que nunca conhecemos verdadeiramente alguém, e, até certo ponto, verifica-se. Todos os manuais de psicologia e todos os ditados populares seriam bem sucedidos, não fosse um único exemplo no mundo a demonstrar a sua falibilidade. Esse exemplo tem o nome de António. Esqueçam tudo o que julgavam saber a respeito de um ser humano. Metam no lixo todos os estigmas acerca do que pode ser previsível num homem. Numa subtil capacidade manipuladora, aliada a um savoir-faire discreto e misterioso, ele envolve-nos numa hipnose devoradora, e quando damos por nós, cumprimos a sua demanda. Incrível e singular exemplo de líder”.
Com alguma trabalhêra lá se acaba por formar em Gestão Imobiliária, tendo obtido a brilhante classificação de 20 valores com o trabalho final “A Representação de Personagem-tipo como Ferramenta Fundamental à Força de Vendas”.
Só posteriormente e pela mão de José Marques acaba por descobrir a pólvora, não sabe se o elevado nível de nitrato de potássio terá sido o causador de tamanha alquimia, o que é certo é que foi um dos fundadores do Teatro Imediato.
Para que seja facilitado o processo biográfico e em jeito de conclusão, é citada uma descrição feita à sua pessoa por um sujeito desconhecido, de credibilidade duvidosa e pelo qual não nutre qualquer tipo de apreço!
“Ensinam-nos desde pequenos que nunca conhecemos verdadeiramente alguém, e, até certo ponto, verifica-se. Todos os manuais de psicologia e todos os ditados populares seriam bem sucedidos, não fosse um único exemplo no mundo a demonstrar a sua falibilidade. Esse exemplo tem o nome de António. Esqueçam tudo o que julgavam saber a respeito de um ser humano. Metam no lixo todos os estigmas acerca do que pode ser previsível num homem. Numa subtil capacidade manipuladora, aliada a um savoir-faire discreto e misterioso, ele envolve-nos numa hipnose devoradora, e quando damos por nós, cumprimos a sua demanda. Incrível e singular exemplo de líder”.
Vírginia Soares
Nasceu em Lisboa, mas viveu entre França e Portugal. Licenciou-se em física pela Université Pierre et Marie Curie (Paris 6) e em 1989 voltou definitivamente para Portugal.
Nos tempos livres sempre fez dança de todos os tipos (jazz, flamenco, oriental, de salão, brasílicas), fez parte do Balé Brasil de Portugal e tem participado em várias apresentações da escola Sétima Posição.
Descobriu o teatro em 2005 quando fez o curso de iniciação teatral do Espaço Evoé com os professores Nuno Zúniga e Pablo Fernando. Foi lá que teve o primeiro contacto com o Teatro Playback durante uma formação em Teatro Interactivo dada por José Marques e Magda Novais.
Juntou-se ao Teatro Imediato em 2007. Em setembro de 2008 frequentou uma formação Core Training com Veronica Needa e Simon Floodgate, pela UK Playback School. Em agosto 2009 vai participar no Encontro Europeu de Playback Theatre na Crimeia, Ucrânia.
Nos tempos livres sempre fez dança de todos os tipos (jazz, flamenco, oriental, de salão, brasílicas), fez parte do Balé Brasil de Portugal e tem participado em várias apresentações da escola Sétima Posição.
Descobriu o teatro em 2005 quando fez o curso de iniciação teatral do Espaço Evoé com os professores Nuno Zúniga e Pablo Fernando. Foi lá que teve o primeiro contacto com o Teatro Playback durante uma formação em Teatro Interactivo dada por José Marques e Magda Novais.
Juntou-se ao Teatro Imediato em 2007. Em setembro de 2008 frequentou uma formação Core Training com Veronica Needa e Simon Floodgate, pela UK Playback School. Em agosto 2009 vai participar no Encontro Europeu de Playback Theatre na Crimeia, Ucrânia.
José Ramos Marques
Nasceu em Lisboa mas aos 12 anos emigrou para a Austrália onde viveu até 2006. Foi advogado e funcionário publico antes de se dedicar ao teatro. Em 1989 concluiu o curso de Bachelor of Performing Arts (Theatre) na Universidade de Western Sydney. Trabalhou como actor, encenador e professor de cursos de teatro para jovens, adultos e pessoas com deficiência na cidade de Camberra. Foi autor de peças de teatro como 24 hours in the life of a revolutionary (sobre a vida de Che Guevara) e Deadbeat Dad (sobre a separação de pai e filho). Na Austrália também praticou Teatro Social sobre temas contemporâneos com vários grupos comunitários em Camberra.
Voltou para Portugal em Junho de 2006 para voltar às suas raízes. Dá aulas de inglês e trabalha como Tradutor. Na área do teatro, participou como actor em dois projectos do Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa, deu aulas de Teatro Interactivo no Espaço Évoe (Alfama) e aulas de Teatro de Auto-conhecimento no Espaço Zen (Picoas), e foi o Orientador/Formador do grupo de Teatro Andamento (teatro amador do Hospital de Santa Maria) durante 2008.
Na área de Teatro Playback, o José iniciou-se como actor/membro do grupo Canberra Playback Theatre em 2005/2006. A sua formação nesta área inclui um intensivo com a New Zealand Playback Summer School em 2006 e mais recentemente, formação com a UK Playback School até ao nível avançado. Foi um dos fundadores do Teatro Imediato e desde 2007 que desempenha as funções de orientador, moderador e actor dentro do grupo.
Mora em Paço de Arcos com a sua mulher, a Fiona e o Hartley (o cãozinho que veio da Austrália).
Voltou para Portugal em Junho de 2006 para voltar às suas raízes. Dá aulas de inglês e trabalha como Tradutor. Na área do teatro, participou como actor em dois projectos do Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa, deu aulas de Teatro Interactivo no Espaço Évoe (Alfama) e aulas de Teatro de Auto-conhecimento no Espaço Zen (Picoas), e foi o Orientador/Formador do grupo de Teatro Andamento (teatro amador do Hospital de Santa Maria) durante 2008.
Na área de Teatro Playback, o José iniciou-se como actor/membro do grupo Canberra Playback Theatre em 2005/2006. A sua formação nesta área inclui um intensivo com a New Zealand Playback Summer School em 2006 e mais recentemente, formação com a UK Playback School até ao nível avançado. Foi um dos fundadores do Teatro Imediato e desde 2007 que desempenha as funções de orientador, moderador e actor dentro do grupo.
Mora em Paço de Arcos com a sua mulher, a Fiona e o Hartley (o cãozinho que veio da Austrália).